A  IMAGEM DO SEU PC FICOU DE CABEÇA PARA BAIXO?

A imagem de seu monitor ficou de ponta-cabeça? Veja como consertar.

Rafael Rigues, PC World Brasil

03-02-2012

“Problema” é na verdade um recurso do Windows que pode ser útil em alguns casos, mas no geral assusta os usuários

Acontece com todo mundo: você está empolgado digitando um e-mail e aperta uma sequência de teclas errada, ou seu gato pula no teclado, e subitamente a imagem na tela de seu computador fica de ponta-cabeça. Sem saber o que aconteceu, você entra em pânico: “Meu Deus, o computador quebrou!”

Não se preocupe, não há nada de errado com seu micro. Você (ou seu gato) simplesmente pressionou uma combinação de teclas que ativa o recurso de rotação da imagem na tela. Isso pode ser útil em alguns casos, como para exibir imagens em um projetor montado “de ponta cabeça” no teto, ou para quem gosta de usar o monitor em modo retrato, mas na maioria das vezes só serve para dar um susto nos usuários.

A solução é simples: tecle Ctrl+Alt+Seta pra Cima. Isso vai “endireitar” a imagem na maioria dos desktops e notebooks, que tem um chipset de vídeo da Intel. As outras direções também funcionam: Ctrl+Alt+Seta pra Baixo coloca a imagem de ponta cabeça, Ctrl+Alt+Seta Esquerda tomba ela para a esquerda e Ctrl+Alt+Seta Direita tomba para a direita.


Opções de rotação da imagem no Nvidia Control Panel

Se seu computador tem uma placa de vídeo da Nvidia, o atalho não vai funcionar. Nesse caso clique com o botão direito do mouse em qualquer canto do desktop e selecione o item Nvidia Control Panel no menu. Na janela que surge, clique em Display na lista de opções no canto esquerdo e em Rotate display. Em Choose the orientation escolha Landscape.

 

Outra alternativa é usar o painel de controle do Windows. Pressione a tecla Windows, digite resolu e tecle Enter. Uma janela do Painel de Controle com as propriedades de vídeo irá surgir. Em Orientação escolha Paisagem, clique em Aplicar e em Manter Alterações.

Pronto! Não importa o método, seu monitor estará de volta ao normal. 

 

 

Manto da invisibilidade temporal promete recuperar privacidade na internet

 

Manto da invisibilidade temporal promete recuperar privacidade nas telecomunicações
O sinal é modificado para ter intensidade zero quando o dado está sendo transmitido, escondendo a informação. O camuflador então converte o pulso de volta para um sinal básico - uma portadora - escondendo o fato de que uma informação está sendo transmitida.[Imagem: Joseph Lukens/Purdue University]
 

A ideia de uma invisibilidade espaço-temporal, capaz de esconder eventos, só foi anunciada em 2010.

Um ano depois, Moti Fridman, com uma equipe da Universidade de Cornell, finalmente escondeu eventos, fazendo um "buraco no tempo".

Mas era ainda um buraco bem pequeno, capaz de camuflar eventos que durassem até 110 bilionésimos de segundo.

Agora, Joseph Lukens e seus colegas da Universidade Purdue, nos Estados Unidos, criaram um manto da invisibilidade temporal capaz de esconder eventos em 46% do tempo, aproximando a técnica da utilização prática.

"Será necessário algum trabalho antes que essa abordagem tenha uma aplicação prática, mas ela usa uma tecnologia que se integra perfeitamente com a infraestrutura atual de telecomunicações," disse Lukens.

Enquanto o experimento realizado em 2011 usa um caro e complexo laser de femtossegundos, Lukens e seus colegas usaram equipamentos comuns, que podem ser comprados no comércio.

O grande potencial de fazer os dados "sumirem" está na segurança das telecomunicações, uma vez que os dados estarão trafegando sem que um observador possa perceber.

Camuflagem do tempo

A técnica funciona através da manipulação da fase dos pulsos de luz.

A propagação da luz pode ser comparada às ondas no oceano. Se uma onda está subindo e interage com outra onda que está indo para baixo, elas se anulam mutuamente - a luz terá "intensidade zero", ou seja, será uma espécie de "pulso escuro".

São os dados nas regiões onde o sinal é zero que podem ser escondidas pelo manto da invisibilidade temporal.

Os pesquisadores usaram um modulador de fase - um equipamento tradicionalmente usado em telecomunicações ópticas - para, primeiro, criar os "buracos negros" no feixe de luz e, segundo, criar dois outros pulsos de intensidade zero para cobrir o buraco que transporta a informação.

"É um nível potencialmente maior de segurança, pois nem sequer parece que você está se comunicando," disse Lukens. "Os bisbilhoteiros não vão perceber que o sinal está camuflado porque parece que não há nenhum sinal sendo enviado."

O índice de camuflagem obtido, de 46%, significa que é possível esconder 1,5 gigabyte por segundo.

Manto da invisibilidade temporal promete recuperar privacidade nas telecomunicações
Se uma onda está subindo e interage com outra onda que está indo para baixo, elas se anulam mutuamente - a luz terá "intensidade zero", ou seja, será uma espécie de "pulso escuro". [Imagem: Joseph Lukens et al./Nature]

Privacidade perdida

Talvez não dê para evitar os olhos bisbilhoteiros do Grande Irmão que virou o Tio Sam, mas poderá atrapalhar: as últimas informações reveladas pelo escândalo da quebra de privacidade dão conta de que as autoridades dos Estados Unidos não estão realmente acessando os servidores das empresas de internet e telecomunicações, mas pegando os sinais diretamente nas fibras ópticas.

Segundo os pesquisadores, a técnica poderá ser melhorada em termos da sua largura de banda operacional e do percentual de camuflagem, que poderá ser maior do que os 46% alcançados agora.

Apesar de ser fruto direto das pesquisas com metamateriais, o manto da invisibilidade temporal não usa metamateriais, tendo conseguido executar todos os passos usando apenas moduladores de fase e fibras ópticas.

O efeito é chamado temporal porque esconde os dados sendo transmitidos ao longo do tempo, em oposição aos mantos da invisibilidade tradicionais, que são "espaciais", escondendo objetos físicos postos em um determinado local.

O próximo grande desafio da área, que vem se desenvolvendo com uma velocidade impressionante, será a integração de um manto da invisibilidade temporal com um manto da invisibilidade espacial, literalmente varrendo um evento da história, já que ele não poderá ser visto e nem recuperado.

Bibliografia:

A temporal cloak at telecommunication data rate
Joseph M. Lukens, Daniel E. Leaird, Andrew M. Weiner
Nature Physics
Vol.: 498, 205-208
DOI: 10.1038/nature12224

 

 

 

 

 

Facebook ganha álbum de figurinhas estilo 'emoticon' para versão web de bate-papo

 

 

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    Para baixar pacotes temáticos, é preciso clicar no sorriso (embaixo) e depois na cesta de supermercado

    Para baixar pacotes temáticos, é preciso clicar no sorriso (embaixo) e depois na cesta de supermercado

Os álbuns de figurinhas do Facebook, que já estavam disponíveis no aplicativo para celular, chegaram agora à versão web da rede social (acessada via navegadores). Também chamado de "sticker", esse recurso funciona como os tradicionais emoticons  para o usuário expressar ações e sentimentos durante conversas na internet.

Ainda há poucas opções de álbuns temáticos – entre eles há uma versão estilizada do cachorro Beast, que pertence a Mark Zuckerberg, diretor-executivo do Facebook. Se o usuário quiser baixar novos pacotes, basta clicar em uma cestinha de supermercado e escolher uma opção.

Esse recurso só está disponível para bate-papo; não é possível utilizá-lo, por exemplo, para atualizar seu status.

  • Reprodução

    Álbum de figurinhas funciona como os emoticons, para o usuário se expressar nas conversas